Especialistas e estudiosos de novas tecnologias acreditam que a inteligência artificial (IA) é o grande marco de transformação tecnológica dos últimos anos no mundo.
E, realmente, não se fala em outra coisa. Seja qual for a profissão, ou área do conhecimento, sempre tem alguém tentando relacioná-la com o uso (e a importância de usar) da inteligência artificial.
Mas, embora pareça um tema exclusivamente contemporâneo, a IA tem suas raízes em meados do século XX, quando cientistas, de forma ainda incipiente, começaram a desenvolver sistemas capazes de simular o raciocínio humano.
Porém, sem os recursos de processamento necessários, os resultados da época foram bem aquém do impacto exponencial que vem transformando setores como saúde, educação, engenharia e, claro, o Direito.
As primeiras ferramentas de IA surgiram por volta dos anos 1950, com destaque para o “Logic Theorist”, projetado para resolver problemas matemáticos, e o “ELIZA”, um programa que simulava diálogos entre paciente e terapeuta.
Hoje, o cenário é muito mais amplo: existem milhares de inteligências artificiais no mercado, classificadas em diferentes categorias, como assistentes virtuais, sistemas de aprendizado de máquina e IA generativa.
A ascensão da inteligência artificial e seu impacto no Direito
De acordo com estudo realizado pela McKinsey, 72% das empresas e organizações do mundo já usam IA no seu dia a dia.
Além disso, o Brasil está entre os quatro países que mais fazem uso da tecnologia, de alguma forma, com 54% da população, seja a trabalho, ou não.
O destaque vai para profissões relacionadas com marketing e produção de conteúdo; saúde; ensino; tecnologia da informação e Direito.
No Direito, especificamente, a IA tem auxiliado na automação de tarefas, na organização de processos e na análise preditiva de decisões judiciais, consolidando-se como uma ferramenta indispensável.
O que é inteligência artificial
Como já vimos, a inteligência artificial refere-se a sistemas que simulam capacidades humanas, como raciocínio, aprendizado e tomada de decisão.
Desde suas primeiras aplicações, como o jogo de xadrez desenvolvido pela IBM nos anos 1950, a IA evoluiu para incluir sistemas avançados de aprendizado de máquina e redes neurais.
Hoje, existem milhares de ferramentas de IA no mercado, que vão desde “simples” chatbots até sistemas complexos de análise preditiva.
Essas tecnologias são classificadas em várias categorias, como:
- IA estreita: projetada para tarefas específicas;
- IA geral: com capacidades semelhantes às humanas;
- IA superinteligente: hipotética, com inteligência superior à humana.
Profissões ligadas à tecnologia da informação, marketing, saúde e Direito estão entre as que mais utilizam essas ferramentas, com milhões de profissionais integrando a IA em suas rotinas diárias.
Ferramenta de inteligência artificial
As ferramentas de inteligência artificial são tecnologias desenvolvidas para executar tarefas específicas com eficiência e precisão.
No universo jurídico, elas desempenham papéis essenciais, como análise de documentos, previsão de decisões judiciais e suporte na elaboração de peças processuais.
Essas ferramentas podem ser classificadas como assistentes virtuais, softwares preditivos e sistemas de automação de processos.
Por exemplo, assistentes virtuais respondem a perguntas e fornecem informações relevantes, enquanto softwares preditivos analisam padrões em decisões judiciais para prever resultados de casos.
Já os sistemas de automação agilizam tarefas repetitivas, como a triagem de contratos e a organização de documentos.
Tais inovações permitem que os profissionais do Direito economizem tempo e foquem em atividades mais estratégicas.
Importante: ferramentas preditivas ainda não são uma realidade incontestável e é preciso ter cautela ao utilizá-las.
O que é inteligência artificial generativa
A inteligência artificial generativa é uma vertente de IA que cria conteúdo novo a partir de informações pré-existentes.
Essa tecnologia é usada para gerar textos, imagens, códigos e outros tipos de conteúdos, baseando-se em padrões identificados nos dados fornecidos.
No Direito, a Inteligência Artificial Generativa tem o potencial de transformar a forma como os advogados trabalham.
Com ferramentas de IA generativa, é possível elaborar minutas de contratos, petições e pareceres jurídicos com rapidez e precisão.
Além disso, essa tecnologia pode ser utilizada para personalizar documentos de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, garantindo maior eficiência e qualidade.
Como o ChatGPT tem transformado o trabalho
O ChatGPT é, sem dúvidas, a ferramenta de IA mais conhecida, responsável pela popularização da tecnologia.
Mas não só isso, ela tem revolucionado a forma como profissionais de diferentes áreas desempenham suas funções.
Sua capacidade de gerar conteúdo personalizado e responder dúvidas com base em um vasto banco de dados tem o tornado uma ferramenta indispensável em diversos setores.
Assistência jurídica online
Com a popularização da internet e das plataformas digitais, a assistência jurídica online tornou-se uma realidade acessível.
Hoje, é possível consultar advogados, acessar documentos e obter orientações por meio de plataformas que utilizam IA.
Essas ferramentas garantem atendimento rápido, personalizado e eficiente, promovendo maior acessibilidade aos serviços jurídicos.
Além disso, a assistência jurídica online tem ampliado o alcance dos advogados, permitindo que eles atendam clientes de diferentes regiões.
Isso reduz barreiras geográficas e facilita o acesso à justiça, especialmente para pessoas que enfrentam dificuldades para contratar serviços jurídicos presenciais.
Como um assistente jurídico inteligente simplifica dúvidas legais
Uma das maiores vantagens de um assistente jurídico inteligente é a capacidade de esclarecer dúvidas jurídicas em tempo real.
Essas soluções utilizam bancos de dados robustos e algoritmos avançados para oferecer respostas embasadas e atualizadas.
Isso não só facilita a vida de leigos que buscam orientação sobre questões legais, mas também de advogados que precisam ganhar tempo no dia a dia, sobre questões específicas.
Automação na elaboração de documentos jurídicos
A elaboração e análise de documentos jurídicos são atividades que demandam tempo e atenção aos detalhes.
Hoje, existem ferramentas de IA que auxiliam nesse processo, identificando erros, sugerindo melhorias e até mesmo redigindo contratos ou petições. Isso reduz o risco de inconsistências e aumenta a produtividade dos profissionais.
Com a automação dessas tarefas, os advogados podem dedicar mais tempo a atividades estratégicas, como a formulação de estratégias jurídicas e a análise aprofundada de casos complexos.
Isso, por óbvio, também resulta em um atendimento mais ágil e eficiente para os clientes.
Como a IA transforma o dia a dia dos advogados
A integração de ferramentas de IA no cotidiano jurídico traz inúmeros benefícios. Entre eles estão a automação de tarefas repetitivas, maior agilidade na pesquisa jurídica e precisão na análise de dados.
Isso não apenas melhora a produtividade, mas também eleva a qualidade do trabalho entregue aos clientes.
Além disso, as ferramentas de IA permitem que os advogados atendam um maior número de casos, sem comprometer a qualidade do serviço prestado.
Por que a IA é confiável
A confiabilidade da inteligência artificial está diretamente ligada à qualidade dos dados utilizados no seu treinamento e ao rigor dos algoritmos aplicados.
Ferramentas bem projetadas são transparentes em suas operações e oferecem resultados consistentes, tornando-se uma aliada segura para os advogados.
No entanto, é essencial que os profissionais estejam atentos à origem dos dados e ao funcionamento das ferramentas que utilizam. Isso garante a confiabilidade dos resultados e evita possíveis problemas relacionados à ética ou à precisão das informações.
Regulamentação do uso de IAs no Brasil
Com o avanço das inteligências artificiais, cresce a discussão sobre a necessidade de regulamentação para garantir seu uso ético e responsável.
No Brasil, há propostas legislativas voltadas para estabelecer limites e diretrizes claras para a utilização de IA em diferentes setores, incluindo o jurídico.
Essa regulamentação poderá abordar questões como a proteção de dados, a transparência nos algoritmos e a responsabilidade em casos de erros ou prejuízos causados pelo uso dessas tecnologias.
Para os advogados, compreender o impacto dessas normas será essencial para se adaptar a um mercado em constante evolução.
Discussão ética do uso da IA no Direito
O uso da inteligência artificial no Direito levanta questões éticas importantes. Como garantir que as decisões baseadas em IA sejam justas e imparciais? De que forma os advogados podem utilizar essas ferramentas sem comprometer a autonomia profissional?
Há também o desafio de evitar a dependência excessiva da tecnologia, garantindo que os profissionais continuem desenvolvendo suas competências críticas.
Hoje, existe uma reflexão ética que desponta como fundamental para que a IA seja uma aliada no campo jurídico, e não um risco para a justiça e a equidade.
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A JusGPT, da Jusfy, tem base em inteligência artificial generativa, e é capaz de responder a dúvidas jurídicas, e oferecer suporte em tempo real.
Foi projetada para atender a demandas específicas do setor jurídico, garantindo precisão e confiabilidade em suas respostas, além de entregar resultados práticos como resumo de grandes documentos ou até mesmo a própria elaboração de peças jurídicas.
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